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14 Jun 2010 
Bem vindos ao meu blog de poesia!

http://i65.servimg.com/u/f65/14/45/87/18/th/untitl10.jpg

Olá chamo-me Fábio, sou do Porto. Nasci em 25/01/1996.
Clique acima para adicionar ao artigo (dsc01010.jpg) 
Tenho de agradecer ás pessoas que me apoiarem a publicar os meus poemas,
Prof. Guerreiro da escola de Lamego.
(que mais tarde descobri que ele era meu vizinho.)
Obrigado stor.
E a pessoa que me deu a inspiração. O meu amor.
Obrigado minha Aninha.
;D


Por favor, não comentem este artigo...
Muito agradecido F.F.R.R.


F.F.R.R. · 11 vistos · 1 comentário
14 Jun 2010 
The true understanding of science,
Lies beyond no mans mind,
Circulates no mans beliefs.

The true knowledge of mankind is,
Inside any willing man.

The true understanding of the Universe,
Is not understood by any living creature.

Religion is an easy way to explain fenomenons,
Science is the logical way,
Both very powerful,
Both very easily understood.

The Universe ends in no mans eye sight.
This doesn't mean the Universe is infinite,
But that Man may not reach it all.

The idea of traveling at light speed,
Is just an idiotical,
Fantasized,
Excuse, modern scientists made up,
For it is impossible to reach such a power limit in space,
even if it was possible,
as soon as the veiclue reached light speed,
It would vanish from the physical reality.

The realistic ignorance,
That is found in the youth of modern days,
is questionable,
They're stupidity seems to only come in various conversations.
Everything is in evolution,
We are in evolution,
The human brain should be developing,
And,
Under a microscop,
It probably is,
But is this race losing intrest in life as we know it?

Where have all the splendid minds gone?
Where have the marvolous ideas ran to?
Where have the amazing new discoverys gone?

Am I alone in this dark world?
Am I the only one willing to change?

F.F.R.R. · 8 vistos · 1 comentário
Categorias: Poesia Matura
27 Maio 2010 
Será temporário?
isto que sinto,
esta dor,
interior,
que me aperta o coração,
que me rompe a alma,
que me deixa a pensar na vida.
Será uma fase? 
Será que vou ser sempre assim?
Um triste desconfiado,
que só quer ser amado.
Um rebelde que tem um verdadeiro amor,
uma mente rara que sente dor.

Será que esta vida tem significado?
Será que vale a pena correr com a sociedade?
Será que algum dia terei esta vontade?

Será que irei estar sempre a sofrer?
Cada dia mais a minha alma se aprofunda,
na negra, cruel mas carinhosa escuridão,
que eu chamo,
o meu coração.

Será esta e a "verdadeira" realidade?
Será que faco bem?,
ao tentar chamar as pessoas à atenção?
Ao mostrar-lhes melhores caminhos,
caminhos que todos conhecem mas ninguem segue.

Será que este mundo foi feito,
para criar este tipo de confusão?
Será que este mundo foi feito,
para me partir o coração.

No meio desta intença depressão,
Só penso na outra metade do meu coração,
porque apenas ele me pertence,
apenas ele imagina,
o que é viver nesta vida.

Será que este mundo merece a minha pena?
Será que a inocência deles merece a preocupação de alguem?
Saberam eles o que é amar, como eu sei?
Saberam eles o que é sofrer, como eu sofro?
Saberam eles viver como um morto?

F.F.R.R. · 4 vistos · 0 comentários
Categorias: Poesia Matura
12 Maio 2010 
Porque será, que não me consigo ver,
Pai e a envelhecer?
Porque não me consigo imaginar,
Um velhote, pai e avô?
Porque será que o tempo passa tão devagar?
A lentidão ofusca o meu futuro?
O futuro que tanto temo.
Temo porque não estou pronto para tal.
Não me consigo preparar,
pois vê-se impossivel de imaginar.
Mas será este futuro tão diferente do presente.
Pensarei da mesma forma?
Actuarei das mesmas maneiras?
Quem sabe?
Eu, uma simples forma de vida.
Não vejo o passado nem o futuro.
Apenas vivo na actualidade.
Pois é esta a minha realidade.
Vivo no momento...
Expresso o que sinto,
Choro a minha dor.
Demonstro o meu valor...

Neste distante futuro,
A este mundo o que trarei?
Serei a causa de muitas mortes,
tristes mas fortes?
Ou o salvador do mundo inferior?
Da sociedade dos pequeninos,
Dos ignorados,
Dos maltratados,
Dos que vivem apenas da violência,
Pois é o único métedo que conhecem.
Ou resolverei...
Correr com o resto da sociedade média?
Ter um negócio próprio,
Ganhar lucro a custa do sacrifício dos outros?

"Só sei que nada sei",
Só sei que neste mundo ficarei.
Morto ou vivo,
Em pó ou em esqueleto de qualquer forma,
Comprirei a norma.

F.F.R.R. · 5 vistos · 0 comentários
Categorias: Poesia Matura
09 Abr 2010 
Qual é o meu dever?
Nesta vida.
Que parece nunca mais ter fim.
Neste mundo que se foca em mim.
Na minha miséria.
Na minha tristesa.
E na minha princeza.
Dizem que a minha relação sempre esteve condenada.
Que a minha amada me vai deixar,
Para ficar abandonada.
Dizem que os mortos vão para o céu.
Dizem que os vivos estão no inferno.
É isto que tenho no meu caderno.
Na minha mente.
Pois ambos estão errados.
O Homem vive o paraíso que quer.
Vive a escuridão que merece.
Sofre o riscos em que a si próprio se pôs.
Morre a morte que desejou.
A insperada...
A morte calada,
Sem sofrimento, e sem sangue.
Instantânea e silenciosa...
A mais fácil e a mais desejosa.
Uma morte que hoje em dia já não significa nada.
Só se quem morreu for uma pessoa amada.
Já vamos a seis bilhões de pessoas.
Maior parte sem cabeça e sem preparação.
E a achar que tem sempre razão.
Eu preferiria que o mundo estivesse a metade, e que,
Essa metade soubesse pensar,
Do que um monte de estórvas,
Para a ajudar,
Com a destruição deste mundo.
É o unico que temos,
Podiamos ao menos limpar a lixeira que fazemos.
Enterrar os mortos perdidos na guerra.
Tanto como o hamster comprado na serra.
Ajudar os que mais necessitam.
Pôr por-entre barras,
Os que mais prejudicam.


F.F.R.R. · 26 vistos · 0 comentários
Categorias: Poesia Matura

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